Siteseed
Siteseed 3 - Novas tendências
12/07/11 11:45
Durante os primeiros anos da empresa a Mr.Net criou um sistema de CMS (“Content Management System”, ou em Português um gestor de conteúdos). As funcionalidades de base foram passando entre versões (i.e. permitir aos clientes editar conteúdos nos seus sites, preservar versões e assegurar que não se percam dados, autenticar pessoas e assegurar workflows, etc) e estamos actualmente na terceira geração do sistema.
O Siteseed 3 está no entanto a desenvolver-se num sentido diferente das duas versões anteriores. Mantendo as funcionalidades de CMS disponíveis, o sistema está a ser expandido como SDK (“Software Development Kit”, ou em português “plataforma de desenvolvimento”). Isto acontece de forma orgânica, por muito que eu como mentor do sistema tente controlar os caminhos a perseguir, pelo que eu “abraço” estas mudanças e deixo que o mercado escolha a direcção em que o produto se desenvolve.
A verdade é que o mercado está a mudar. É importante “gerir conteúdos”, tal como era há 10 anos atrás, mas os processos para o fazer mudaram, e mais importante ainda: o sistema suporta múltiplas plataformas alvo. Hoje as pessoas compõem os seus próprios site em “drag & drop”. A arquitectura de informação passou a ser uma variável manipulada em tempo real e não o ponto de partida dos projectos (menus, motores de navegação, arvores do site são manipuladas em tempo real). A web deixou de ser a plataforma de eleição; redes sociais e aplicações nativas para plataformas móveis são hoje o principal foco de atenção. E com estas mudanças de paradigma o Siteseed mudou radicalmente acompanhando uma nova geração de tendências.
Não foi preciso ser um génio para descobrir que os nossos clientes precisavam de integração entre as ferramentas de CMS dos seus sites e as novas plataformas. Em quase todos os projectos há aplicações de iPhone/iPad/Android e em muitos deles é necessária uma integração com redes sociais. Foi preciso estabelecer no Siteseed o conceito de plataformas alvo (gerir uma vez os conteúdos e estes serem migrado entre múltiplas plataformas de visualização). Não era algo de novo para nós (desde painéis de video na sede da Gulbenkian, ao teletexto na RTP, linhas de scroll/texto de telejornais da SIC, o sistema já tinha sido usado em integrações tecnológicas interessantes), mas deixou de ser “um projecto especial”. Agora é a norma. E o código para o efeito está a crescer a grande velocidade.
Neste momento suportar iOS (iPod, iPhone, iPad) e redes sociais é trivial. O Android para lá caminha mesmo com dificuldades muito especificas: é um ecossistema bastante variado, a nível de aparelhos e versões do próprio sistema operativo.
Nos bastidores o Siteseed 3 é mais simples e mais leve que as versões anteriores. A curva de aprendizagem é a menos íngreme de sempre. Quem faz o html e CSS precisa de aprender um dezena de macros. Quem programa o sistema pode usar qualquer linguagem de programação e os vários componentes do sistema estão tremendamente isolados uns dos outros. Isto reduziu o “time to market” dos nossos projectos para uma fracção dos prazos anteriores.
Gostava de no segundo semestre do ano explorar cenários de internacionalização. Temos software com 12 anos de desafios superados, desconfio que estará na altura de o mostrar ao mundo. Isto não é fácil numa pequena empresa com meios muito limitados e sem investidores. Vamos ver como corre, e se temos tempo e recursos para dar este salto, que me parece que se aproxima a altura certa...
O Siteseed 3 está no entanto a desenvolver-se num sentido diferente das duas versões anteriores. Mantendo as funcionalidades de CMS disponíveis, o sistema está a ser expandido como SDK (“Software Development Kit”, ou em português “plataforma de desenvolvimento”). Isto acontece de forma orgânica, por muito que eu como mentor do sistema tente controlar os caminhos a perseguir, pelo que eu “abraço” estas mudanças e deixo que o mercado escolha a direcção em que o produto se desenvolve.
A verdade é que o mercado está a mudar. É importante “gerir conteúdos”, tal como era há 10 anos atrás, mas os processos para o fazer mudaram, e mais importante ainda: o sistema suporta múltiplas plataformas alvo. Hoje as pessoas compõem os seus próprios site em “drag & drop”. A arquitectura de informação passou a ser uma variável manipulada em tempo real e não o ponto de partida dos projectos (menus, motores de navegação, arvores do site são manipuladas em tempo real). A web deixou de ser a plataforma de eleição; redes sociais e aplicações nativas para plataformas móveis são hoje o principal foco de atenção. E com estas mudanças de paradigma o Siteseed mudou radicalmente acompanhando uma nova geração de tendências.
Não foi preciso ser um génio para descobrir que os nossos clientes precisavam de integração entre as ferramentas de CMS dos seus sites e as novas plataformas. Em quase todos os projectos há aplicações de iPhone/iPad/Android e em muitos deles é necessária uma integração com redes sociais. Foi preciso estabelecer no Siteseed o conceito de plataformas alvo (gerir uma vez os conteúdos e estes serem migrado entre múltiplas plataformas de visualização). Não era algo de novo para nós (desde painéis de video na sede da Gulbenkian, ao teletexto na RTP, linhas de scroll/texto de telejornais da SIC, o sistema já tinha sido usado em integrações tecnológicas interessantes), mas deixou de ser “um projecto especial”. Agora é a norma. E o código para o efeito está a crescer a grande velocidade.
Neste momento suportar iOS (iPod, iPhone, iPad) e redes sociais é trivial. O Android para lá caminha mesmo com dificuldades muito especificas: é um ecossistema bastante variado, a nível de aparelhos e versões do próprio sistema operativo.
Nos bastidores o Siteseed 3 é mais simples e mais leve que as versões anteriores. A curva de aprendizagem é a menos íngreme de sempre. Quem faz o html e CSS precisa de aprender um dezena de macros. Quem programa o sistema pode usar qualquer linguagem de programação e os vários componentes do sistema estão tremendamente isolados uns dos outros. Isto reduziu o “time to market” dos nossos projectos para uma fracção dos prazos anteriores.
Gostava de no segundo semestre do ano explorar cenários de internacionalização. Temos software com 12 anos de desafios superados, desconfio que estará na altura de o mostrar ao mundo. Isto não é fácil numa pequena empresa com meios muito limitados e sem investidores. Vamos ver como corre, e se temos tempo e recursos para dar este salto, que me parece que se aproxima a altura certa...
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