2013

Dixie e o primeiro encontro com a piscina

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Primeiros treinos do Dixie...

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Chegou o Dixie!


E para minha grande alegria somos outra vez três cá em casa. É um Cane Corso macho chamado Dixie.

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"Que se lixe a troika"



Com uma dose de bom humor, depois do episódio “negro” anterior…

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Democracia com dados viciados ("Tempo de antena" ep. 7)


Aviso: Este episódio do “Tempo de antena” devia ter uma “bolinha vermelha” no canto superior direito do ecrã… se é sensível a ver a “maioria dos portugueses” a ser chamada de “burros” este vídeo não é decididamente para si…

Paulo Laureano e André Abrantes Amaral conversam sobre a nossa democracia. Falam sobre estar viciada (quem mente e engana os eleitores vai sempre ganhar eleições, quem falar a verdade não tem a mínima hipótese de sequer chegar ao parlamento), sobre a inevitabilidade de esta história chamada Portugal só piorar, sobre as alternativas serem conceptualmente ainda piores que a democracia.

“Democracy is the worst form of government, except for all those other forms that have been tried from time to time” disse o Churchill. É o que temos, e o resultado é catastrófico… melhor que a revoluções comunistas da China, Russia, Cuba e Coreia do Norte… ou as ditaduras de Salazar, Franco e Mussolini… pelo que a nossa democracia doente e viciada, imperfeita como é, permanece como a menos má das nossas opções.

Nas três décadas de socialismo os Portugueses falam de “direitos adquiridos”, cantam o “Grândola vila morena”, reclamam na mesma frase mais estado social e menos impostos. Querem ficar com o bolo e comer ao mesmo tempo. É desesperante ver a falta de percepção da realidade… Ver pessoas mal informadas, supostamente bem formadas, a não ser capazes de sequer perceber que querem coisas impossíveis de conciliar.

Terminei a gravação com um nó na garganta… não é um “feel good movie” que acaba bem. Lembro-me do “Obiwan Kenobi” (Star Wars) a falar com o jovem Skywalker, e a mencionar “before the dark times, before the empire”. Só que na nossa sociedade não há uma “aliança rebelde”. Ficamos pelos políticos de carreira, corruptos, que distribuem por amigos favores, que passam para as empresas a quem atribuem benesses assim que saiem dos governos. E depois temos uma população que mesmo que tivesse heróis em quem votar prefere as mentiras… frustrante e angustiante.





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Democracia directa? ("Tempo de antena" ep. 6)




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Visões partilhadas entre um liberal e um comunista ("Tempo de antena" Episódio 5)




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Pragmatismo politicamente incorrecto ("Tempo de antena" episódio 4)


Eu, Luis Sequeira e André Abrantes Amaral dar as receitas para resolver a crise. Com todo o pragmatismo, de forma politicamente incorrecta, porque não é com paninhos quentes e medidas de cosmética que se vai lá...





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"Segredos da maçonaria portuguesa" - António José Vilela


Leiam e nunca mais vão olhar para a democracia da mesma forma... tão absurdamente chocante, tão mais simples de perceber os partidos políticos, as PPP, os Relvas e Isaltinos... entre "irmãos" e "primos" é uma viajem alucinante sobre as sombras dos governos, ou os governos sombra, aos olhos de um jornalista da "sábado" que andou 10 anos a investigar. Brilhante!

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"Ultimato" - Um livro escrito pelo Rui Moreira


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Podem encontrar o livro (em papel por 11.62€) em qualquer livraria do país ou em formato electrónico na Wook (9.99€).

Depois de uma introdução absolutamente magnética o autor aborda por ordem questões como “austeridade”, “equidade”, “fadiga tributária”, “gorduras do estado”, “Parcerias público-privadas”, “inovar”, “justiça”, “Interesses instalados”, “Portugal e a Europa”, “Reforma do estado políticio”, “crescimento económico” e por fim “como sair da crise”. Um tópico por capitulo. Cada tópico analisado de forma critica, lúcida, pessoal, em linguagem que todos conseguem perceber.

O livro é um bom guia para o português que se encontra afogado pelas circunstâncias, no meio de promessas e apontar de dedos, e que a única coisa que sabe “com toda a certeza” é que a sua vida mudou, e mudou para bastante pior. Se toda gente se informasse minimamente antes de dizer barbaridades seria mais fácil lidar com a crise.

Aprecio a inteligência, bom senso, equilíbrio e honestidade intelectual do Rui Moreira. Só o conhecia como o adepto do Futebol Clube do Porto, qualidade em que participou (e julgo que participa ainda) em programas de televisão. Já nessas incursões televisivas a falar de futebol, e os fenómenos que rodeiam o desporto Rei, o Rui demonstrava qualidades que para mim são relevantes. Através do livro fiquei a conhecer melhor o autor, e foi um prazer…

Recomendo vivamente… O livro é pequeno e num fim de semana vai-se… :-)

Tenho de ir à procura do e-mail do Rui Moreira


Como eu o li e interpretei:




Introdução



Aborda as circunstâncias em que escreveu o livro, quando o fez, e porquê. Não deixa de apontar o dedo à actuação (para ser mais exacto: à ausência de posição e explicações sobre a situação de Portugal) do Presidente da República. À oposição entre as posições do PSD antes e depois de ser eleito. Não deixou de notar que foram eleitos com um manifesto eleitoral e executaram o oposto ao que haviam proposto aos portugueses (todos os motivos porque chumbaram o PEC IV do PS foram directamente para o caixote do lixo assim que formaram governo). Chama a atenção para a natureza “garantista” da nossa constituição. Para o oportunismo e demagogia fácil da nossa extrema esquerda, que reclama acções sem qualquer base de sustentação económica, apenas porque sim, porque é o que acha que as pessoas querem ouvir.

Olha para os portugueses desanimados, traídos, tristes, “encostados ás cordas” e verifica que muitos deles não entendem o que lhes está a acontecer. Nota que é a própria democracia que fica em cheque face à falta de senso e capacidade política dos nossos lideres (no governo e oposição). Recusa-se a aceitar que as pessoas baixem os braços, sejam conduzidas desanimadas sem entenderem o que se está passar. E é explicando e analisando as várias questões que nos convida a com ele abordar os 12 capítulos do livro...


Austeridade



O capitulo aborda as propostas e medidadas de austeridade do governo (a TSU e o posterior “aumento gigantesco de impostos”). Interpreta, na minha opinião de forma correcta quais eram as ideias. Explica os factores de risco e a “belíssima caldeirada” em que estaremos caso o plano do governo falhe e a economia não cresça.

Eu percebo a análise, concordo, mas acho por demais óbvio que a economia não crescerá no primeiro trimestre de 2013, nem em 2013. O Rui concede o beneficio da duvida ao governo com uma implícita esperança que “funcione”, mesmo achando que muitas das medidas pecam por tardias, que houve disparates e falta de senso a lidar com a questão da TSU, que existem riscos relacionados com o tribunal constitucional que são relevantes (e na minha opinião “infelizmente certos”).

Eu estou a ler o texto com um intervalo de tempo desde que foi originalmente escrito que é relevante… obviamente que é mais simples fazer futurologia de curto que de médio prazo. Mas fazendo um esforço para me lembrar do que eu pensava sobre o assunto na altura em que o Rui escreveu o livro, entendo a visão dele e prognóstico que faz.

Parte deste capitulo não resistirá ao tempo. Fará mais sentido na altura em que foi escrito que no futuro próximo. Mas a descrição de eventos passados e medidas tomadas é intemporal, e a analise desses eventos é interessante e documentará para o futuro o cepticismo dos portugueses em geral e do autor em particular.

Só tenho pena que o autor não tenha referido o significado da palavra, porque austeridade não significa “um governo a lançar impostos insanos sobre os contribuintes”, que é ao que os portugueses associam a palavra nos dias que correm. Significa “Qualidade ou característica do que é austero. = RIGOR, SEVERIDADE”, algo que nunca deveria faltar aos políticos. Quando vejo as pessoas a reclamar o fim da austeridade não tenho a certeza que as pessoas saibam o que a palavra significa.


Equidade



Uma visão inteligente e racional sobre a realidade. A forma como o tribunal constitucional (e o Presidente da República) com uma visão distorcida da sociedade contribuem para o agravar da crise. Na realidade o que fazem é uma interpretação “sui generis” do conceito de “equidade”, mantendo privilégios da função publica face aos priovados, impedindo o estado se adaptar à realidade (em termos de volume de dinheiro que gasta e a forma como protege os seus quadros). Nota que a óbvia discrepância entre a forma como empresas privadas e se comportam, e protecção laboral de que os trabalhadores do privado gozam, e a realidade de trabalhadores do estado e empresas públicas.

Brilhante e objectivo, infelizmente a descrever uma realidade não é nada agradável…



Fadiga tributária



Esgotou-se a capacidade de cobrar impostos e o Rui sugere que talvez esteja na altura de parar com os sucessivos disparates a que o governo nos tem sujeitado e, eventualmente, passe a gastar o dinheiro que arrecada e não mais que isso. Se isso significa que temos de viver com menos saúde, menos prisões, menos segurança, menos tudo… seja… mas o governo tem que parar de gastar dinheiro que não tem, e parar de viver a crédito. Ultrapassada a capacidade de pagar impostos dos portugueses, manter esta asfixia fiscal cria uma série de problemas adicionais não resolvendo nenhum dos que motivaram a subida de impostos. Não podia estar mais de acordo.


Gorduras do estado



O que raio são as “gorduras”? Quais as funções do estado “fundamentais”, como o estado Português falha nas mesmas, quais as funções acessórias em que se gasta uma percentagem assustadora do dinheiro. Como os portugueses parecem incapazes de distinguir entre o fundamental e o acessório no que toca às funções do estado. Uma viagem pela saloiada de opiniões cretinas que a sabedoria popular é tão boa a criar. O Rui até é particularmente “simpático” na sua visão… mas não perde o “norte” ao que é a realidade.

O problema não é o nosso estado se arrogar a gerir matérias que não lhe competem, é os portugueses terem uma visão absolutamente distorcida da realidade, e esperarem do estado que os eduque, lhes trate da saúde e faça uma “gestão coerciva” da “sua solidariedade para com os seus compatriotas menos afortunados”. Isto é uma barbaridade, o que os portugueses querem do estado, mas que não estão dispostos ou são capazes de pagar.



As parcerias público-privadas



Sem papas na língua, é a descrição da vergonha imoral que são algumas parcerias público-privadas (e respectivos números). Como os nossos políticos não são presos é um verdadeiro milagre da corrupção, compadrio e ineficácia do nosso sistema judicial (sabem, uma das tais funções do estado que não são acessórias, e que são mesmo importantes para uma sociedade funcionar, leiam o capitulo anterior). A incapacidade destes negócios serem anulados, estas pessoas presas, é… difícil de classificar.


Inovar



A inovação e potencial para Portugal… talvez o capitulo do livro que achei menos interessante…


Justiça



Uma justiça de terceiro mundo a preços de primeiro mundo. Lenta, ineficaz e pouco credível. Em suma, o nosso estado tão interveniente em tantas áreas (em que não devia de todo intervir), legisla demais, cria um nó cego de que toda a estrutura judicial é incapaz de se libertar, falhando estrondosamente numa das suas missões fundamentais. Uma vergonha. Um problema que afecta a nossa liberdade, a nossa capacidade de cobrar, de fazer respeitar contratos. Uma das causas do triste estado em que nos encontramos.


Interesses instalados



Corrupção, maus políticos, falta de honestidade e seriedade.


Portugal e a Europa



Estar na união europeia significa ter uma margem de manobra limitada. A forma como entrámos na união e como gerimos ao longo dos anos a nossa economia não foi certamente adequada… explicado em sete páginas de texto. Sabe a pouco, mas é muito mais do que a maior parte das pessoas quererá saber. Tendo a achar que o Rui teve isso em conta ao escrever este capitulo…


Reforma do sistema político



Porque a nossa jovem democracia nos parece tão gasta? Bom, em parte porque o PS e PSD são fundamentalmente máquinas de alimentar o estado, de o engordar, de retirar às pessoas dinheiro e depois fazer investimentos “públicos” com ele. A critica directa ao sistema partidário e a referência ao “Yes, Minister” só pode cair bem no que a mim diz respeito.


Crescimento económico



Virtudes e defeitos do investimento, público e privado, e respectivas consequências. Retrato do país actual e avaliação do que pode acontecer (de bom e mau) no curto prazo. Arrisca pouco o autor, eu percebo. Também tenho a fé/esperança pouco sustentada e complicada de manter, a racionalidade é uma cabra, que pode haver algum milagre e o plano do governo resultar em algo positivo. Mas infelizmente para os dois estamos a ver a mesma coisa.


Como sair da crise



Reformas ao sistema eleitoral, parlamento e poderes da presidência da república. Em suma credibilizar de novo a democracia.

Mudar a constituição para algo mais apropriado à realidade. Mudar as funções do estado para aquilo em que os estados são fundamentais e imprescindíveis (leia-se retirar a utopia socialista da constituição e a mão do estado de tudo o que não são as suas funções primordiais). Parar de delegar ao estado o “paternalismo” e gestão de uma “rede de segurança” utópica que é absolutamente óbvio que é incapaz de manter ao fim de uma geração de contribuintes…


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Mário Valente no "Tempo de antena"


Mário Valente no terceiro episódio do “Tempo de antena”. Percurso profissional, perspectivas e soluções relativas à crise em Portugal.

Neste episódio dou a palavra ao meu convidado. Não é um debate. As minhas respostas às mesmas questões (“apresentação política” e “causas da crise”) podem ser encontradas dos primeiros dois episódio do “Tempo de antena”. As minha soluções para a crise são reveladas nos próximos episódios.



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As medidas do governo e funcionários públicos ("Tempo de antena" episódio 2)


Eu, André Abrantes Amaral e Luis Guerra em conversa sobre as medidas do governo para lidar com a crise e sobre a avaliação de funcionários públicos…



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As causas da crise ("Tempo de antena" episódio 1)


Eu e o André Abrantes Amaral numa “conversa de café” (sem o café) sobre as causas da crise...



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