2011

Motley Crue e Def Leppard ao vivo!


Fui à boleia com o meu irmão a Londres para ver um concerto. Steal panther, Motley crue e Def Leppard em Wembley arena. Chegámos a Heathrow por volta do meio dia, passámos no hotel para largar a tralha e seguimos para Wembley.

Wembley arena é uma versão "mais pequena" do nosso pavilhão Atlântico. Muito bem explorada comercialmente onde abunda a oferta de merchandising das bandas, comida e bebida. A entrada era a partir das 17:30, pelo que tínhamos mas horas de espera, passadas a come e beber.

As horas gastas num pub, na companhia do Fernando (que trabalha comigo na mr.Net e está a viver em Londres há 8 meses), foram particularmente agradáveis. A cerveja em inglaterra (duas "pint of Carlsberg") é um bocadinho como fazer amor numa canoa (fucking close to water!) e as sandoscas foram agradáveis.

Quanto aos concertos foram três experiências muito distintas...

Steal panther, que eu não conhecia de lado nenhum, deu um concerto cheio de musicas giras e umas discursatas hilariantes. Foi o unico vocalista que me impressionou. Grande voz e sentido de humor.

Motley crue foi... complicado. O Vince Neil não cantou boa parte das musicas, parecia o pato Donald, guinchou e desafinou, não deu “uma para a caixa” com a voz. Soube puxar pelo publico e estar em palco, mas parecia mais um maestro que o vocalista da banda. Não sei se foi de ter concertos a mais, em dias consecutivos, mas foi muito mauzinho. Já o resto da banda esteve perfeita. Destaque para o Tommy Lee e a sua bateria que estava montada num carril com um loop de 360°. O solo dele foi o momento alto da noite.

Def leppard estiveram quase irrepreensíveis e, se não fosse o Joe Elliot estar também com a voz lixada, tinham dado um concerto perfeito. Mesmo com a voz longe do normal cantou tudo, não falhou uma nota, e safou-se bem. O resto da banda esteve impecável.

Os concertos foram muito diferentes entre si. Steal panther foi uma lufada de a fresco, com menos luzes, palco e efeitos especiais... só rock, bom humor e “sem vocalistas claramente metidos em sarilhos”. Motley Crue foi uma orgia de luz, fogo, explosões e efeitos especiais, sangue falso lançado em baldes para o publico e, claro, a inesquecível bateria. Def Leppard foi o que se esperaria de uma excelente (grande) produção "tradicional", tudo muito bom, mas nada de particularmente surpreendente.

Valeu a pena e o cansaço! Foram 24h alucinantes.

http://gallery.me.com/plaureano#gallery (VIDEO!)


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Vaslui 1-0 Sporting

Acabou a serie de vitórias igualando o recorde do Paulo Bento (10 consecutivas). Acabou com uma derrota na Roménia por 1-0 contra uma equipa que no papel é inferior em tudo ao Sporting.

O Domingos Paciência apostou em mudar sete jogadores. Correu mal. Resultou num Sporting sem ritmo, pouco pressionante, sem capacidade de luta. Foi um péssimo jogo, em que ficaram as saudades dos laterais habitualmente titulares (João Pereira e Insua, mas substituídos pelo Pereirinha e Evaldo). Sem bons laterais que ataquem o Sporting não consegue jogar futebol. Teria de se alterar radicalmente a forma de jogar, e isso não vai acontecer de um dia para o outro.

O Matias Fernandez fez um péssimo jogo, longe vai a memória do bom jogo (e único que me recordo realmente bem conseguido desde que veio para Alavalade) que tinha feito em Alvalade contra os mesmos Romenos, tal como o Bojinov (que esteve 45 minutos em campo lesionado). São dois jogadores que não me convencem... Falta uma alternativa credível ao Elias e preferia ver o Rubio a jogar mais vezes. A insistência do Domingos no búlgaro é para mim um completo mistério.

Lesionou-se o Rinaudo, o que é uma péssima noticia para o Sporting, dado que era um dos pivots do meio campo. Julgo que pode ser substituído pelo André Santos com alguma perda de rendimento, mas que é uma situação ultrapassável, e não é por aí que a equipa fica mais fraca.
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Sporting 6-1 Gil Vicente


Goleada em Alvalade. Mais golos e menos futebol que em outros jogos. Tive a companhia da minha Marlene e do Francisco Roldão numa noite memorável.

Destaques para o Diego Capel e Carrillo que tiveram excelentes momentos.

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Séries de televisão


Cá por casa estamos a seguir umas quantas series de televisão (na segunda metade de 2011):

- Grey’s anatomy
- Private practise
- House (mais eu que a Marlene)
- Desperate housewives (Marlene mesmo…)
- Flashpoint
- Terra nova
- Criminal minds
- Walking dead (eu)
- Californication (eu)
- Spartacus (eu)
- Game of thrones (está a gravar… é para ver de enfiada quando acabar a primeira temporada no SiFi channel)

… acho que nunca vi tanta televisão! Deve ter a ver com a minha falta de vontade de ver telejornais. Ver noticias ou ler jornais é absolutamente deprimente nos dias que correm. Há dois anos atrás ligava a Sic Noticias de manhã, todas as manhãs… Se vir dois minutos de telejornais por semana é muito, e é porque não estou em casa e não tenho o comando da televisão.
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Sporting 2-0 Vaslui


Mais um jogo a ganhar. E vão oito jogos consecutivos a ganhar. Grandes exibições do Capel e Matias Fernandez. Lá estive no estádio mais uma vez. A equipa jogou bem e assim dá prazer ir à bola.

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A defesa do ano passado (João Pereira, Polga, Carriço e Evaldo) não comprometeu, mas o João Pereira fez um penalty, que o arbitro não marcou, ainda com o resultado a zero… O meio campo (Schaars, Rinaudo e Matias Fernandez) esteve perfeito, no ataque brilhou o Capel (o Wolfwinkel esteve discreto e deu lugar ao Bosinov, que até hoje não deu uma para a caixa, e o Bruno Pereirinha não fez nada para merecer o lugar do Carrillo que o substituiu).

Com este resultado o Spoprting já está nos 16 avos de final, sendo a primeira equipa a apurar-se das 48 em competição. Falta garantir o primeiro lugar do grupo, para escapar às equipas da liga dos campeões, e amealhar mais dinheiro (dado que a UEFA paga ao ponto amealhado).

Enfim, bela noite de bola, vale o incomodo de ir ao estádio. Viva o Sporting!

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"Guimarães 0-1 Sporting" e "Sporting 2-1 Lázio"


Mais duas vitórias consecutivas, e vão seis de seguida, para ajudar a construir uma equipa. Nos dois últimos jogos com a particularidade de o Sporting ter jogado boa parte do jogo com 10 jogadores… deu para ver que o Sporting também sabe sofrer, defender um resultado e ter a sorte do jogo…

No dois últimos jogos o Sporting podia ter empatado ou perdido os jogos. O ano passado isso teria sucedido com toda a certeza. É que a sorte parece proteger os audazes, aqueles que acreditam que contra tudo e todos podem vencer, que estão convencidos que podem mesmo ganhar… e não há campeões sem sorte, sem a tal estrelinha, que complementa o mérito e ajuda a superar a adversidade.

Um jogador merece destaque na equipa: Polga! Sempre concentrado, rápido, campeão dentro e fora do relvado, é um exemplo de profissionalismo e atitude. Saltou do banco para substituir o Rodriguez (lesionado) e desconfio que terá com estas exibições criado um pequeno (bom) dilema para o Domingos resolver.

O Polga não é um jogador perfeito. Mau finalizador (ao fim destes anos mais valia nem ir à área adversária), faz inúmeros maus lançamentos longos (é um mistério para mim ele continuar a insistir) e raramente sai bem (após um corte) a jogar… mas tem um excelente sentido posicional, é rápido, tranquilo na relação com os colegas, e destrói jogo adversário como poucos centrais.

É a minha escolha para capitão de equipa… teve a braçadeira no jogo contra a Lázio. Em Guimarães a equipa foi capitaneada pelo João Pereira… algo que tenho alguma dificuldade em compreender, mas que assumo tenha mais a ver com a personalidade dele e com qualidades menos óbvias… O João Pereira tem um temperamento volátil, que a braçadeira ajuda de alguma forma a controlar, e deve ter alguma capacidade de liderança no balneário, pois na minha cabeça só estes dois factores combinados podem justificam a escolha.

É ganhando que se fazem grandes equipas, e o Sporting está a ganhar há seis jogos consecutivos, tudo parece correr bem… já os vimos lutar contra a adversidade de jogar com menos jogadores, e foram uma equipa solidária e de mangas arregaçadas, resta ver como reagem a estar em desvantagem no marcador (ou a um golo que empate um jogo que precisa de ser ganho)… um aspecto com que eu me sinto particularmente desconfortável é com as substituições do Domingos, com aquela avalanche de supressão de atacantes com “duplos laterais”, com estar sem ponta-de-lança… e se os adversários empatarem o jogo?

Quando tudo corre bem é tempo de celebrar. Não estou ainda convencido que a equipa tenha ultrapassado todas as vulnerabilidades que foram óbvias no inicio da época. Ganhar jogos é muito importante, e isso está a acontecer… pode ser que quando as coisas correrem mal se consiga capitalizar na confiança que os jogadores trazem de trás e na equipa que entretanto se constrói…

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Motley Crue & Def Leppard ao vivo em Londres!


Dia 14 de Dezembro vou a Londres (Wembley Arena) ver Motley Crue e Def Leppard ao vivo! São uns quantos km para se ver um concerto, mas o meu irmão dá-me uma boleia (vantagens de se pilotar aviões), é ir num dia e voltar no outro… Hotel a uma milha da Wembley Arena a preços decentes, os dados estão lançados…

Motley Crue é uma das bandas da minha adolescência! Nunca vieram a Portugal tocar ao vivo. Esta é uma oportunidade de ver o concerto única, pelo que vai ser devidamente aproveitada. Na primeira parte estão Def Leppard, que eu já vi duas vezes ao vivo (ambas em Cascais).

Vince Neil, Tommy Lee, Nicky Sixx, Mick Mars: You better F(/&%n deliver!
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Sporting 3-0 Setubal


Wow! Que bela joga que fez o meu Sporting. Foram 3 golos e podiam ter sido muito mais… Foi o melhor jogo que fiz o Sporting desde há anos. Calculo que a esta hora já ninguém tenha saudades nenhumas dos Yannicks e Postigas. Não é coincidência o Sporting estar a ter bons resultados desde que as “duas jarras” saíram do clube.

Tenho esperança que a equipa embale para bons resultados. Gostei muito do Insúa (enorme jogador!) e do Carrilho. O Schaars e Wolfswinkel fizeram exibições de luxo. Quem não tinha boa impressão do potencial desta equipa a esta hora já deve estar a coçar a cabeça.

Foi dia de festa no Alvalade XXI e se na quinta feira se portarem bem contra a Lázio de Roma… temos equipa! Há uma enorme diferença entre o potencial de uma equipa e a realização desse potencial, pelo que é preciso esperar para ver… mas há ali muito talento.
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A lenda das duas jarras


Quanto à equipa do Sporting, e assumindo a minha postura de “adepto treinador de bancada”, o ano começou mal... muito mal... péssimo. Abaixo de todas as expectativas. foi um inicio de campeonato catastrófico.

O ano passado isso custou ao Benfica a hipótese de lutar pelo titulo. Estava perdido quando deu ao Porto os primeiros pontos de avanço, como se veio a constatar no final. Julgo que foi um campeonato atípico (em que o Porto não perdeu um jogo e empatou poucos!), não me parece que o Sporting esteja arredado do titulo à terceira jornada (fez dois de nove pontos possíveis e ficou a sete do líder do campeonato). É uma prova de fundo e há ainda muito para jogar. Entretanto Benfica e Porto já empataram um jogo cada um e estamos a cinco pontos de ambos depois de duas vitórias perante o Paços de ferreira (2-3) e rio ave (2-3). Há seis pontos a disputar em confrontos directos, logo está tudo em aberto, mas os dois crónicos rivais estão em vantagem.


As duas “jarras”

Até o Yannick e o Postiga serem vendidos o Domingos Paciência insistiu em colocar aquelas duas “jarras” em campo. Foi grande dupla venda! A consequencia imediata foi que o treinador teve que apostar em outros jogadores, e o Sporting lá passou a ter quem metesse a bola na baliza adversária. Com as duas jarras, francamente acho que era impossível...

Acontece que com o Yannick “floribelo” Djaló em campo resto da equipa baralhava-se, passavam-lhe a bola, o que era normal dado que ele estava vestido com o equipamento do clube, e inevitavelmente ele fazia uma disparate qualquer. Na minha opinião é um jogador medíocre, inconsequente e muito pouco inteligente. É rápido? Bestial, talvez tivesse sido útil no atletismo do Sporting. Não vou ter nenhum tipo de saudades e acho que saiu tarde demais.

Com o Postiga o problema era diferente, por uma infelicidade difícil de explicar dado que ele tinha técnica e atitude: falhava dezenas de oportunidades para conseguir marcar um golo... o que no Sporting significa vários jogos sem marcar. No final da época passada, depois da venda disparatada do Liedson, o Postiga teve os seus melhores momentos no Sporting: dos melhores em campo, até conseguiu uns golos, mas nada que fizesse esquecer o que era ter um ponta de lança “a sério” na equipa. Foi tão mau esse final de época que o Postiga conseguiu ser dos “menos maus”. Eu não foi a nenhum jogo (no ano passado) desde que o Liedson saiu. Não havia “paciência” (pun intended!).


A era pós-jarras

O Sporting voltou a ganhar... Vai com três jogos fora consecutivos somando só vitórias. Agora regressa a Alvalade para jogar com o Setúbal para o campeonato. Acredito que se possa estar a “formar uma equipa” caso ganhe o jogo. De momento estão lá jogadores com valor e a espaços notam-se uns rasgos de entendimento (Capel e Insúa na esquerda), mas no geral parecem-me a maioria dos jogadores obrigados a “pensar o jogo”, poucas são as jogadas de instinto e automatismo (resultantes do treino e conhecimento mutuo).

Não havendo uma equipa, e consequentemente bom futebol, resta apreciar o que de bom individualmente vejo em alguns jogadores. Apreciando por sectores:

Na baliza o Rui Patrício parece estar de pedra e cal... mesmo alternando entre os disparates e as grandes defesas. Gostava de ver formar-se uma alternativa credível mas é uma posição nas equipas em que um jogador faz muitas vezes a época toda a titular.

Já vi experimentar várias duplas de centrais. As melhores exibições individuais foram as do Polga e Rodriguez, curiosamente as duplas mais comuns são Polga/Carriço e Rodriguez/Onyewu. O eixo da defesa funciona muito através do entendimento da dupla utilizada... esta concorrência entre quatro bons centrais pode vir a produzir bons resultados. A ver vamos...

Nas laterais novamente as “duplas” tendem a ser muito importantes... o entendimento entre o defesa e médio/extremo (4-4-2/4-3-3) é importantíssimo. Fiquei bem impressionado com o Capel e Insúa na esquerda... e não estou a ver como a dupla possa ser desfeita a curto prazo se não se lesionarem. O Evaldo é alternativa mais defensiva ao Insúa (até já vi jogar os dois ao mesmo tempo sem ficar chocado), já substituir o Capel não me parece neste momento tão trivial.

Na direita o João Pereira tem jogado com o Carrillo, Pereirinha e Jeffren. Deste trio fiquei bem impressionado com o pouco que vi do Jeffren, gostei muito do Pereirinha e estou menos impressionado com o Carrillo.

No meio campo o Sporting está muitíssimo bem servido. Só há dores de cabeça saudáveis para o treinador. O Rinaudo e o André Santos são excelentes trincos. O Schaars, Elias, Matias e Izmailov são excelentes médios. Tenho infelizmente muitas dúvidas quanto à recuperação do Ismailov para poder jogar regularmente, o que é uma pena, porque é um enorme talento que se perde.

Na frente temos o Bojinov, Wolfswinkel, Carrillo e Diego Rubio. Do Bojinov ainda não vi nada que me impressiona-se. O Wolfswinkel tem sido titular nos últimos três jogos e parece estar a ganhar a titularidade. Gostei muito do Rubio na pré-época, gostava de o ver jogar mais tempo.


A minha equipa...

Fazer a minha equipa, ou tentar adivinhar quem está em melhor forma, é um exercício que teria um resultado diferente todos os dias. Pelo que arrisco uma equipa “impossível” (4-4-2) baseada no que me parece o melhor onze:

Patricio, João Pereira, Rodriguez, Carriço, Insúa, Rinaudo, Elias, Jeffren, Capel, Rubio e Wolfswinkel

A versão 4-3-3 da mesma equipa seria, retirando um dos pontas de lança e colocando um médio ofensivo (Scharrs, Izmailov ou Matias Fernandez) ou defensivo (i.e. dois trincos com o André Santos e Rinaudo)...

Mas é claro, isto à luz do que vi nas primeiras jornadas... uns jogadores vão afirmar-se e outros serão esquecidos...

Acho que o plantel é excelente. Francamente o Domingos Paciência tem tudo para fazer uma boa época. A única crítica que tenho a fazer é ter insistido em jogos oficiais nas “duas jarras”... a pré-época, e as épocas anteriores, deveria ter chegado para perceber que o Yannick e o Postiga não eram jogadores para o Sporting. Nunca foram. Fazem parte de uma colecção de más memórias.

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O lugar deste ano no Alvalade XXI

Primeiras impressões do novo lugar (sector A28) no Alvalade XXI foram no mínimo confusas... estou a uns dois ou três metros acima do relvado, muito perto dos jogadores, e numa perspectiva radicalmente diferente da que tinha o ano passado (sector B32).

A minha visão do jogo nas épocas anteriores era tipo “campo de subbuteo”, com “um olho de águia” a ver o campo “de cima” (igual ao PES/FIFA numa consola com a perspectiva mais distante). Este ano vejo com enorme detalhe os jogadores, mas perco parcialmente a perspectiva global, em contrapartida tenho um angulo de visão de terceira pessoa (tipo “tomb raider” ou “super mário 3d” numa consola).


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Este ano na Bancada A do Alvalade XXI...

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Este ano vou para a bancada A. Nos anos anteriores, desde a inauguração do estádio, estive na bancada B32 (Central, na segunda bancada, mais alta) mas fui progressivamente perdendo os meus companheiros de bancada (João Pedro Ferreira, que renovou tarde logo no segundo ano e perdeu o lugar, Fernando que foi para Londres viver, Nuno que está em Angola a trabalhar) e sozinho, já que tenho maior liberdade de escolha, resolvi mudar.

Escolhi a bancada central, mais perto do relvado, por baixo da tribuna. Mais caro, mas supostamente são os melhores lugares do estádio disponíveis para quem quer uma “gamebox”. Tenho duvidas que se veja melhor o jogo, estar mais distante dá uma perspectiva excelente do que se está a passar, mas enfim... arrisquei.

Na melhor das hipóteses gosto do lugar e fico por lá, na pior das hipóteses para o ano troco outra vez... O meu grande receio é estar demasiado “baixo” e demasiado perto do relvado. A ver no dia 30 de Julho quando for a apresentação aos sócios. Este ano com legitimas aspirações a ter uma equipa decente, já livre do Bettencourt, e com um treinador que me agrada...

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Sporting 2011/2012


Estou francamente entusiasmado com o Sporting (Futebol) para esta nova época!

Depois do pior presidente de sempre (Eduardo Bettencourt) ter terminado a sua passagem desastrosa pelo clube, é preciso reconstruir a partir das cinzas. E não é simples. Vai ser preciso descobrir novas referências na equipa (Moutinho, Miguel Veloso e Liedson já lá não moram), as contratações desastrosas (Maniche, Pongole e afins) já sairam, os treinadores da loja dos trezentos foram substituidos pelo Domingos.

O lugar no Alvalade XXI está renovado. Venha a nova época!

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Siteseed 3 - Novas tendências

Durante os primeiros anos da empresa a Mr.Net criou um sistema de CMS (“Content Management System”, ou em Português um gestor de conteúdos). As funcionalidades de base foram passando entre versões (i.e. permitir aos clientes editar conteúdos nos seus sites, preservar versões e assegurar que não se percam dados, autenticar pessoas e assegurar workflows, etc) e estamos actualmente na terceira geração do sistema.

O Siteseed 3 está no entanto a desenvolver-se num sentido diferente das duas versões anteriores. Mantendo as funcionalidades de CMS disponíveis, o sistema está a ser expandido como SDK (“Software Development Kit”, ou em português “plataforma de desenvolvimento”). Isto acontece de forma orgânica, por muito que eu como mentor do sistema tente controlar os caminhos a perseguir, pelo que eu “abraço” estas mudanças e deixo que o mercado escolha a direcção em que o produto se desenvolve.

A verdade é que o mercado está a mudar. É importante “gerir conteúdos”, tal como era há 10 anos atrás, mas os processos para o fazer mudaram, e mais importante ainda: o sistema suporta múltiplas plataformas alvo. Hoje as pessoas compõem os seus próprios site em “drag & drop”. A arquitectura de informação passou a ser uma variável manipulada em tempo real e não o ponto de partida dos projectos (menus, motores de navegação, arvores do site são manipuladas em tempo real). A web deixou de ser a plataforma de eleição; redes sociais e aplicações nativas para plataformas móveis são hoje o principal foco de atenção. E com estas mudanças de paradigma o Siteseed mudou radicalmente acompanhando uma nova geração de tendências.

Não foi preciso ser um génio para descobrir que os nossos clientes precisavam de integração entre as ferramentas de CMS dos seus sites e as novas plataformas. Em quase todos os projectos há aplicações de iPhone/iPad/Android e em muitos deles é necessária uma integração com redes sociais. Foi preciso estabelecer no Siteseed o conceito de plataformas alvo (gerir uma vez os conteúdos e estes serem migrado entre múltiplas plataformas de visualização). Não era algo de novo para nós (desde painéis de video na sede da Gulbenkian, ao teletexto na RTP, linhas de scroll/texto de telejornais da SIC, o sistema já tinha sido usado em integrações tecnológicas interessantes), mas deixou de ser “um projecto especial”. Agora é a norma. E o código para o efeito está a crescer a grande velocidade.

Neste momento suportar iOS (iPod, iPhone, iPad) e redes sociais é trivial. O Android para lá caminha mesmo com dificuldades muito especificas: é um ecossistema bastante variado, a nível de aparelhos e versões do próprio sistema operativo.

Nos bastidores o Siteseed 3 é mais simples e mais leve que as versões anteriores. A curva de aprendizagem é a menos íngreme de sempre. Quem faz o html e CSS precisa de aprender um dezena de macros. Quem programa o sistema pode usar qualquer linguagem de programação e os vários componentes do sistema estão tremendamente isolados uns dos outros. Isto reduziu o “time to market” dos nossos projectos para uma fracção dos prazos anteriores.

Gostava de no segundo semestre do ano explorar cenários de internacionalização. Temos software com 12 anos de desafios superados, desconfio que estará na altura de o mostrar ao mundo. Isto não é fácil numa pequena empresa com meios muito limitados e sem investidores. Vamos ver como corre, e se temos tempo e recursos para dar este salto, que me parece que se aproxima a altura certa...
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Mr.Net em 2011

Viver neste cenário de espiral descontrolada da economia e gerir uma empresa é de doidos. Estou cansado pelos telejornais, políticos, da cassete dos partidos de esquerda e sindicatos, da falta de visão e senso generalizada. Parar de lutar não é uma opção, preciso de ganhar a vida, de manter a minha empresa lucrativa, de inventar negócio e manter pessoas satisfeitas com os resultados. Não é tarefa fácil. Mas não é algo de que possa fugir, pelo que arregaço as mangas e trabalho...

O primeiro semestre deste anos correu bem. Aqui estou eu para o segundo. Tudo indica que ainda não é desta que a empresa implode ou explode. Há trabalho e mercado, tudo indica que cá estaremos para 2012. São 12 anos de sobrevivência, com muitas crises pelo meio, vigarices e calotes de muitos clientes, e sobrevivemos com as contas muitas vezes no vermelho, quase sempre no amarelo e raramente no verde. Essa ideia de que ser dono de empresas equivale a ter uma vida desafogada e isenta de preocupações é completamente desajustada da realidade.

Nunca a Mr.Net trabalhou tão bem. A evolução da qualidade do nosso trabalho é notável. Aprendemos com os erros, somos capazes de nos superar em termos criativos e de resolver problemas que parecem “impossíveis” a favor dos nossos clientes. No primeiro trimestre deste ano fizemos um novo portal para a Câmara Municipal de Lisboa, um novo site para a Tap, participámos em projectos do novo “middleware” do cartão do cidadão e fizemos um portal para a associação de estudantes do IST. Pelo meio ainda houve tempo para uns meses de consultoria à Sonae e ajudar a estabelecer os alicerces de estratégias para as futuras actividades do grupo online. Nada mau, no contexto de pequena empresa, para os primeiros meses de um ano complicado.

Todo este trabalho implicou muitos fins de semana e feriados a trabalhar, muitos dias que se prolongam noite dentro, uma dedicação e espírito de missão impares. É esse o preço de ter escapado à crise. Trabalhar desalmadamente. Procurar trabalhar “melhor”. Lutar até ao limite da resistência de todos em prol de quem nos assegura estabilidade financeira.
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2011 - O ano de todos os perigos (II)

Portugal bateu no fundo, ou está anunciado que vai bater, ou está a bater. A Moodys classificou a divida do estado português como “lixo”, o primeiro ministro sentiu isso como um murro no estômago, o Facebook explodiu com grupos a propor “mandar a Moodys à merda”, “enviar lixo para a Moodys”, fazer um denial of service ao site deles, etc.

Pessoalmente confesso que tenho “um problema” com esta história de classificar a divida do estado Português como “lixo”... esse “problema” consiste em eu achar que é mesmo “lixo”. É um problema tramado.

Tenho muita dificuldade em entender como é que o nosso estado achou que podia ter um défice orçamental durante décadas consecutivas, chegando ao limite de a divida ser maior que o PIB anual, sem que isso fosse, mais tarde ou mais cedo, uma divida que custaria a pagar...

Já escrevi em tempos que somos uma nação apaixonada por ideais sociais que não temos dinheiro para pagar... eu também acho (faz de conta) que seria óptimo ter um estado com recursos capaz de corrigir todos os problemas da sociedade, capaz de garantir saúde, educação, igualdade de oportunidades e segurança a todos. Acontece que, não tendo dinheiro para tudo isso, há que escolher de forma racional o que se consegue pagar. Temos uma constituição socialista e utópica, escrita a pensar numa realidade que decididamente não é aquele em que vivemos.

O problema já seria mau se o estado (que não produz riqueza nenhuma) se limitasse a gastar mal o dinheiro que arrecada (em impostos, que são a única fonte de rendimento do estado, não há mesmo galinhas de ovos de oiro escondidas na casa da meda!). Vai mais longe, gasta mais dinheiro que o que arrecada, há décadas. Neste momento já não consegue pagar as prestações do que deve, e dado o total desnorte estratégico, quem empresta dinheiro exige juros elevados inerentes ao risco mais elevado de incumprimento.

Voltamos à Moodys: é paga pelos próprios estados, autarquias e empresas, para avaliar o risco de investimento... durante 15 anos classificou o estado Português ao mesmo nível que a Alemanha (daí década e meia de juros baixos, a explosão de compras de casas, crédito ao consumo, etc). Foi um erro grosseiro de avaliação. Foram completamente incapazes de avaliar os investimentos que levaram ao rebentar da bolha do “subprime” norte americano. um segundo erro grosseiro. Actualmente parecem ser bastante mais conservadores na avaliação de risco... tenho alguma dificuldade em classificar isso como um “terceiro erro grosseiro”. Pelo menos não é na mesma linha...

É complicada a relação entre agencias de rating e os seus clientes. Naturalmente os clientes não gostam de ser avaliados como “um produto de risco” para os investidores. O motivo porque as agências de rating não perderem todos os clientes que avaliam como “investimentos de risco” é a necessidade de uma classificação de agencias de rating para contrair empréstimos no mercado. Ora, quando esse rating é “muito mau”, de facto não vale a pena nem contratar as agências, nem tentar ir ao mercado, e a culpa não é nem das agências nem de especuladores (os maus da fita para os Portugueses). É para estes casos que serve o FMI/BCE, e os respectivos planos de resgate, acompanhados de medidas que permitam diminuir o risco de incumprimento (igualmente vistos como uns senhores terríveis que nos querem explorar e fazer mal). Temos todos 11 anos e somos estúpidos? Parece... A começar pela nossa comunicação social...

Portugal continua a ir ao mercado regularmente e a pagar juros absurdos. Isto é um disparate absoluto. Acontece com regularidade. A alternativa é parar de pagar contas. Mudar as leis necessárias, despedir pessoas, fechar escolas e hospitais, cortar com os todos os apoios sociais que não temos dinheiro para pagar. Isto porque a prosseguir por este caminho estamos a caminhar para o colapso total, e aí não é cortar excedentes que não podemos pagar, é perder tudo em bloco num futuro próximo.

Ah, “isso não pode ser”, pensam alguns. Pode e deve, digo eu. É que a alternativa é muito pior, e consiste em ir aumentado impostos, estrangulando a economia, destruindo precisamente o que gera riqueza nesta país, que são as empresas. Esse é o grande erro, estratégico e mortal, que está a ser cometido. Essa tentativa de “equilíbrio” entre “cortar na despesa e aumentar a receita” é uma solução francamente coxa, que vai debilitar a economia real, gerando na prática menos receita, tornando o país pouco interessante para investimentos, e criando todas as condições para uma economia recessiva.

Há duas hipóteses, que não são mutuamente exclusivas, ambas desagradáveis e com consequências diferentes: “cortar na despesa” (i.e. gastar menos dinheiro) e “aumentar a receita” (i.e. ir buscar mais dinheiro” em impostos a particulares e empresas). Vejo pouco das primeiras e demasiado das segundas. O problema é que “mais impostos” é que significam menor fôlego das empresas, menos emprego e uma economia menos competitiva. Cortar a sério “na despesa” significa menos “quadros no estado”, menos serviços financiados (menos saúde, menos educação, menos segurança, menos protecção social), menos subsídios.

Eu devo ser o único português (ou um dos poucos) que acha que se deviam mudar as leis, acabar com uma legislação laboral absolutamente desadequada à realidade em que vivemos, cortar a sério na despesa e dar a volta ao texto reduzindo a máquina estatal até ao limite da receita real (depois de descontados os valores das prestações devidas). Para salvar o barco é necessário sacrificar alguns dos tripulantes? Seja. Dramático como é, antes isso que deixar o barco afundar e perder tudo. Antes isso que sacrificar a economia real que alimenta o monstro que é a máquina estatal.

Tenho a estranha impressão que os nossos governantes não entendem a lição simples das ultimas décadas: “não podem gastar mais que o que recebem”. Precisam de pagar o que já pediram empresado. Está na hora de cortarem nos brilharetes, nas inaugurações, nos projectos megalómanos, e... gastarem apenas o que existe, sem se endividarem mais, amortizando as dividas existentes.

Não podem “cortar na despesa” porque não podem despedir pessoas? Claro que podem! Mudem as leis, é para isso que são eleitos, para isso que existe uma assembleia da república. Se continuarem a apertar com a receita... bom, desconfio que teremos uns anos de agonia e extrema fragilidade pela frente. Não acredito que se possa competir a partir de Portugal com impostos desproporcionalmente elevados. Pelo menos não nos sectores primário e secundário...

Estão a dar marteladas nos dedos dos pés para sentir o alivio dos intervalos. É literalmente o que significa este tímido corte na despesa (sem resolver os problemas endémicos), acompanhado pela maior carga fiscal de sempre. Sentem o alivio temporário no balancete do estado? Óptimo, preparem-se para a martelada seguinte. Isto vai doer...
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2011 - O ano de todos os perigos (I)

Chegou o ano de todos os perigos, uma angustia anunciada e repetida várias vezes por dia nas televisões, rádios e jornais. Impostos, desemprego, recessão, pessimismo. O mais optimista dos mortais é contagiado por esta onda de fatalismo. Qual o antídoto para tudo isto? Trabalho, coragem, imaginação e inteligência (não necessariamente por esta ordem). Um bocadinho de sorte também ajuda.

O meu primeiro trimestre foi bom. Muito bom. Trabalhei como um doido, eu e todas as pessoas que estão na MrNet, mas 2011 começou da melhor forma. Agora é planear cuidadosamente a segunda metade do ano. Escolher os desafios certos, conseguir cumprir com os que aceitar.

Portugal infelizmente está em pior estado que a MrNet. Olho à minha volta e vejo um pais de putos mimados, à espera que alguma coisa lhes caia no colo, e cheios de exigências. Dizem-se à rasca. E a culpa é "dos mais velhos", que tiveram toda a sorte do mundo... não tiveram. A "sorte" da maioria deles deu muito trabalho.

Temos um país colectivista, sindicalizado, endividado, com uma paixão por ideais socialistas e sem dinheiro para pagar esse amor todo. Está na hora se as pessoas individualmente assumirem uma postura diferente, arregaçarem as mangas e fazerem muito mais e muito melhor. Não é o momento para choramingues e mariquinhas. Precisamos de bons lideres, de pessoas com força e vontade de trabalhar, de resolver os problemas que nos são mais próximos, um de cada vez.

Do estado Português só queria juízo e bom senso. Não vamos ter nenhum dos dois. Não vai acontecer. Vão gastar tudo o que arrecadarem em impostos e todo o dinheiro a crédito que conseguirem. A classe política, que é parte do problema e não da solução, com a habilidosa "democracia indirecta" (i.e. só podem votar máquinas partidárias) é um regime viciado. A menos que pertençam a um partido político "oficial", ou a um dos grupos de poder "oficiosos" (Maçonaria e Opus dei), estão "fora desse jogo". A classe dominante está estabelecida. São os "porcos" do "animal farm". Podem escolher a cor, sexo e feitio, do vosso "porco" favorito, um voto por pessoa.

As pessoas devem concentrar esforços a resolver problemas "mais pequenos", ao nível de empresas e comunidades em que se integram, gerar dinheiro e poder a esse nível. Os problemas "nacionais" e "europeus" estão longe de poder ser resolvidos pelo comum cidadão. Esse "jogo" é para "outros jogadores", o vosso papel nele é só pagar impostos e votar.

Bom 2011 para todos. Votos de que dispensem menos atenção ao estado, vejam menos telejornais, abram os olhos para realidades que estão mais próximas e nas quais podem fazer toda a diferença.
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Sporting 2010/2011


Este ano o Sporting vendeu os três melhores jogadores que a equipa tinha no seu plantel durante os últimos anos: Liedson, Moutinho e Miguel Veloso.

Comprou mais um treinador na loja dos trezentos.

Assim é complicado jogar bem.

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As grandes séries de televisão


everwood

Muito de vez em quando aparecem séries de televisão absolutamente excepcionais. São raras. Muito raras. A maior parte do conteúdo feito para televisão não me deixa saudades. Televisão exemplarmente bem escrita, no entanto, é uma das minhas experiências preferidas. O “Everwood” é uma maravilha, com alguns dos diálogos mais inteligentes que vi em televisão e personagens absolutamente fascinantes. O “Babylon 5” é de uma grandiosidade avassaladora, a “space opera” de referência.

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A repetição “ad nauseam” infelizmente desgasta algumas formulas por muito giras que sejam. O “24” é o melhor exemplo. A todos os níveis é uma série absolutamente fantástica, mas a repetição de elementos ao longo das várias temporadas desgasta, vai retirando prazer ao espectador até a repetição literalmente “matar a série”. O “E.R.”, “Sex & the city” e “West wing” sofrem do mesmo problema. Por muito bem escritas que sejam (e se são!) as séries é preciso um processo evolutivo, ao longo das várias temporadas, que raramente é bem executado.

A maior parte das séries fica aquém do que parece ser o seu potencial inicial, cai numa formula de “pastilha elástica”, aparecem episódios perfeitamente dispensáveis em que quase nada acontece, etc. A “história central” (quando existe) da série avança a uma velocidade de caracol pontuada com excelentes momentos de televisão. A versão de 2004 da Galactica é um bom exemplo. Que pena ter perdido 80% do tempo em episódios perfeitamente dispensáveis, quando nos restantes 20% produziram alguns dos melhores momentos de ficção da história do pequeno écran. O Ronald D. Moore sempre fez isso: “Star Trek: Deep Space Nice” foi uma experiência semelhante (e igualmente pontuada por episódios magníficos).

Há casos “raros” de séries que pareciam destinadas à excelência... mas que são mortas em uma ou duas temporadas. O “Deadwood”  é o melhor exemplo que me ocorre. Que maravilha de actores, textos, realismo e crescendo tensão. Faltou apenas a acção para libertar algum do vapor. A série foi interrompida ao fim de dois anos.

O “Yes, Prime Minister”, “Fawlty Towers”, “All in the family”, “Maude”, “Soap” e o “Family ties” são as séries de humor históricas que guardo na memória. Uma maravilha que revejo com prazer sempre que as apanho no “zapping”. Acho a mair parte das séries de humor modernas “engraçados”, mas a milhas dos “clássicos”, e francamente já estou “enjoado” da fórmula “mulher inteligente e bonita com um marido básico que só faz disparates”.

Cresci a ver séries que recomendo sem hesitar: “War and Remembrance”, “The Winds of War” e “War & peace”.

91SZcaupDTL._AA1500_Hoje em dia vejo duas séries de que gosto francamente: “Spartacus” (violência, sexo, intriga e coragem em doses cavalares) e “Californication”. Vou vendo pessegadas a que acho alguma piada: “House”, “Grey’s anatomy” e “Private practice”. De forma completamente irregular (de tempos a tempos vejo alguns episódios) espreito o “Dexter” e “Lie to me”.

A minha princesa (ou “melhor metade” como diria o meu querido amigo Carlos P. C.) tem um gosto completamente diferente do meu e gosta de coisas como “Desperate housewifes” e “Conta-me como foi” (ena, esta é portuguesa!), a que eu acho alguma piada, vou vendo com o canto do olho, ouvindo à distância, e percebendo minimamente o que são os conteúdos. Bem feitas ambas as séries.
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